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	<title>piauinet &#187; Ciência</title>
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	<description>Notícias de Política, Polícia, Economia, Celebridades e Sexo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 22:53:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Descobertos destroços de navio abandonado no Ártico no século 19</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertos destroços de navio abandonado no Ártico no século 19]]></category>

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		<description><![CDATA[Arqueólogos canadenses descobriram os destroços de um navio que pode ter  sido o descobridor da Passagem de Noroeste. Eles afirmam que a  embarcação continua em boas condições, 150 anos depois de ter sido  abandonada pela tripulação no gelo do Ártico.
os pesquisadores conseguiram fazer imagens de sonar do HMS  Investigator durante o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43792" class="wp-caption alignleft" style="width: 292px"><a rel="attachment wp-att-43792" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/descobertos-destrocos-de-navio-abandonado-no-artico-no-seculo-19-43791.html/attachment/caravela"><img class="size-full wp-image-43792" title="Ilustração de 1851 mostra o HMS Investigator preso pelo gelo" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/caravela.jpg" alt="Ilustração de 1851 mostra o HMS Investigator preso pelo gelo" width="282" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de 1851 mostra o HMS Investigator preso pelo gelo</p></div>
<p>Arqueólogos canadenses descobriram os destroços de um navio que pode ter  sido o descobridor da Passagem de Noroeste. Eles afirmam que a  embarcação continua em boas condições, 150 anos depois de ter sido  abandonada pela tripulação no gelo do Ártico.</p>
<p>os pesquisadores conseguiram fazer imagens de sonar do HMS  Investigator durante o fim de semana, não muito depois de terem chegado à  remota Baía Misericórdia, nos Territórios de Noroeste, disse Marc-Andre  Bernier.</p>
<p>O Investigator foi o navio britânico enviado em busca de duas  embarcações perdidas que faziam parte da expedição lançada pela Marinha  Real em 1845 para descobrir uma ligação entre Atlântico e Pacífico pelo  noroeste do Canadá.</p>
<p>&#8220;Isto é definitivamente da maior importância&#8221;, disse Bernier, chefe  do serviço de arqueologia submarina da Parks Canadá, órgão federal que  conduz o estudo ártico. &#8220;Este foi o navio de confirmou e determinou a  descoberta da passagem&#8221;.</p>
<p>Ele disse que um dos arqueólogos comparou a descoberta á de um dos navios de Colombo.</p>
<p>As águas geladas ajudaram a preservar o navio, que está no leito  marinho sob 11 metros de água, não muito distante do local onde foi  documentado pela última vez, em 1854.</p>
<p>Localizar o navio era uma empreitada complexa por conta de sua  localização remota e também porque as águas são geralmente muito frias.  Neste ano, a equipe teve uma área livre de gelo para trabalhar.</p>
<p>O Investigator foi lançado em 1850, com uma tripulação de 66  homens, mas acabou abandonado depois de passar dois invernos imobilizado  pelo gelo.</p>
<p>A tripulação, liderada pelo capitão Robert John LeMesurier McClure,  deixou para trás uma reserva de equipamentos e provisões no litoral do  que hoje é parte do Parque Nacional Aulavik.</p>
<p>Estadão</p>
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		<title>&#8216;Pegadas&#8217; de répteis com 318 milhões de anos são descobertas no Canadá</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 11:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA['Pegadas' de répteis com 318 milhões de anos são descobertas no Canadá]]></category>

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		<description><![CDATA[A Baía de Fundy, na costa leste do Canadá, registra pegadas de répteis  com 318 milhões de anos em falésia na Baía de Fundy,segundo estudo de  paleontólogos publicado na noite desta quinta-feira (29) na publicação Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology.
O trabalho foi realizado pelos professores Howard Falcon-Lang, da  Universidade de Londres, e Mike Benton, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43753" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><a rel="attachment wp-att-43753" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/pegadas-de-repteis-com-318-milhoes-de-anos-sao-descobertas-no-canada-43752.html/attachment/reptilpegada3"><img class="size-large wp-image-43753" title="Pegadas de ancestrais de répteis descobertas no Canadá. (Foto: Howard Falcon-Lang / arquivo pessoal)" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/reptilpegada3-610x457.jpg" alt="Pegadas de ancestrais de répteis descobertas no Canadá. (Foto: Howard Falcon-Lang / arquivo pessoal)" width="610" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">Pegadas de ancestrais de répteis descobertas no Canadá. (Foto: Howard Falcon-Lang / arquivo pessoal)</p></div>
<p>A Baía de Fundy, na costa leste do Canadá, registra pegadas de répteis  com 318 milhões de anos em falésia na Baía de Fundy,segundo estudo de  paleontólogos publicado na noite desta quinta-feira (29) na publicação <em>Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology</em>.</p>
<p>O trabalho foi realizado pelos professores Howard Falcon-Lang, da  Universidade de Londres, e Mike Benton, da Universidade de Bristol, com  colegas canadenses.</p>
<p>A descoberta provaria a suspeita de que répteis foram os primeiros  vertebrados a conquistar o interior seco dos continentes. As rochas nas  quais as marcas aparecem mostram que a classe de animais viveram em  planícies secas próximas a rios, porém a centenas de milhas da costa.</p>
<p>&#8220;As pegadas datam do período carbonífero, quando um único continente  conhecido como Pangeia dominava o mundo&#8221;, diz Benton. &#8220;No início, a vida  estava restrita a pântanos na costa e florestas tropicais, mas os  répteis empurraram as fronteiras, conquistando terra firme.&#8221;</p>
<p>Ao contrário dos anfíbios, répteis são vertebrados que não precisaram  retornar à água para gerar novas crias, segundo explicam os  especialistas.</p>
<p>O mesmo time descobriu, em 2007, as pegadas mais antigas conhecidas de  répteis, em um sítio na mesma província canadense, New Brunswick. &#8220;A  Baía de Fundy é um local ótimo para procurar por fósseis&#8221;, afirma  Falcon-Lang. &#8220;As falésias estão erodindo rapidamente e cada rocha que  cai revela novidades.&#8221;</p>
<p>G1</p>
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		<title>Robô na superfície de Marte fotografa redemoinho</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 18:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Robô na superfície de Marte fotografa redemoinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez em mais de seis anos no planeta vermelho, o robô  Opportiny fotografou, pela primeira vez, um redemoinho. Diferentemente  de seu &#8220;irmão&#8221;, o Spirit, que já havia encontrado o fenômeno dezenas de  vezes, Opportunity ainda não havia cruzado o caminho de uma das colunas  de poeira marciana.
Uma coluna alta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43399" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-43399" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/robo-na-superficie-de-marte-fotografa-redemoinho-43398.html/attachment/redominho_marte-int"><img class="size-full wp-image-43399" title="Robô na superfície de Marte fotografa redemoinho" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/redominho_marte-int.jpg" alt="Robô na superfície de Marte fotografa redemoinho" width="600" height="131" /></a><p class="wp-caption-text">Robô na superfície de Marte fotografa redemoinho</p></div>
<p>Pela primeira vez em mais de seis anos no planeta vermelho, o robô  Opportiny fotografou, pela primeira vez, um redemoinho. Diferentemente  de seu &#8220;irmão&#8221;, o Spirit, que já havia encontrado o fenômeno dezenas de  vezes, Opportunity ainda não havia cruzado o caminho de uma das colunas  de poeira marciana.</p>
<p>Uma coluna alta de poeira aparece numa imagem feita pelo robô no último dia 15.</p>
<p>A área de atuação do Spirit, a cratera Gusev, tem uma textura mais  grosseira no solo e é mais poeirenta que a área onde se encontra o  Opportunity, na região de Meridiani Planum. Esses fatores permitem que  vórtices de vento se formem mais prontamente e levantem mais poeira na  vizinhança do Spirit em comparação com os arredores do Opportunity.<br />
Um dia antes da foto do redemoinho, ventos limparam os painéis  solares do Opportunity, aumentando a produção de eletricidade do robô em  10%. Opportunity e Spirit chegaram a Marte em janeiro de 2004, para uma  missão de três meses.</p>
<p>Estadão</p>
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		<title>Implante de osso artificial permite regenerar juntas em coelhos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 18:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Implante de osso artificial permite regenerar juntas em coelhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um único composto, chamado fator de crescimento, foi necessário para  induzir o corpo dos animais a remodelar o tecido da junta, disse a  equipe de pesquisadores da Universidade Columbia em Nova York,  Universidade Clemson na Carolina do Sul e Universidade do Missouri.
Uma junta regenerada deve durar mais e funcionar de modo mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um único composto, chamado fator de crescimento, foi necessário para  induzir o corpo dos animais a remodelar o tecido da junta, disse a  equipe de pesquisadores da Universidade Columbia em Nova York,  Universidade Clemson na Carolina do Sul e Universidade do Missouri.</p>
<p>Uma junta regenerada deve durar mais e funcionar de modo mais  natural que uma prótese metálica, disseram os autores do experimento.</p>
<p>Empresas que fabricam juntas metálicas estão manifestando  interesse, disse o líder da pesquisa, Jeremy Mao. &#8220;Todo o tecido se  formou a partir de células-tronco do receptor&#8221;, disse ele.</p>
<p>Escrevendo na revista média <em>The Lancet</em>, os pesquisadores  disseram ter iniciado o trabalho com op propósito de fabricar uma junta  artificial usando um biomaterial aprovado pelas autoridades sanitárias  americanas para a regeneração de ossos.</p>
<p>Eles replicaram uma junta de perna de coelho e infundiram o osso  artificial, poroso, com fator de crescimento. Dez coelhos equipados com  as juntas artificiais tratadas com o fator já estavam saltando depois de  quatro semanas. Em comparação, dos dez coelhos que haviam recebido a  junta sem fator de crescimento, poucos se mostraram capazes de andar  normalmente.</p>
<p>&#8220;Foi uma descoberta surpreendente&#8221;, disse Mao. os pesquisadores  esperavam que mais trabalho fosse necessário para levar o corpo a  revestir o osso artificial com cartilagem.</p>
<p>A técnica poderia beneficiar vítimas de artrite avançada. Juntas de  metal duram de 10 a 15 anos, mas o novo tipo deve durar mais, disse  Mao. &#8220;É a sua própria junta, que você fez pela segunda vez&#8221;.</p>
<p>Em comentário na <em>Lancet</em>, o médico Patrick Warnke escreveu  advertindo que talvez nem todos os pacientes tenham a capacidade de  reagir tão bem ao fator de crescimento, regenerando a junta tão  depressa, principalmente no caso de idosos.</p>
<p>Estadão</p>
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		<title>Estrela de Wolf-Rayet é fotografada por astrônomos europeus</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 10:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O European South Observatory (ESO), grupo europeu com atividades em telescópios no hemisfério sul da Terra, divulgou nesta quarta-feira (28) imagem de astro incomum conhecido como estrela de Wolf-Rayet, próxima a Eta Carinae, na constelação da Quilha. WR 22, vista no meio da foto, teria até 70 massas solares e pode ser vista a olho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O European South Observatory (ESO), grupo europeu com atividades em telescópios no hemisfério sul da Terra, divulgou nesta quarta-feira (28) imagem de astro incomum conhecido como estrela de Wolf-Rayet, próxima a Eta Carinae, na constelação da Quilha. WR 22, vista no meio da foto, teria até 70 massas solares e pode ser vista a olho nu em locais com boas condições, mesmo distante 5 mil anos-luz da Terra.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/O-European-South-Observatory-ESO-grupo-europeu-com-atividades-em-telescópios-no-hemisfério-sul-da-Terra.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-43285" title="O European South Observatory (ESO), grupo europeu com atividades em telescópios no hemisfério sul da Terra" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/O-European-South-Observatory-ESO-grupo-europeu-com-atividades-em-telescópios-no-hemisfério-sul-da-Terra-610x600.jpg" alt="" width="610" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: g1</p>
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		<title>Cientistas detectam declínio no plâncton dos oceanos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas detectam declínio no plâncton dos oceanos]]></category>

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		<description><![CDATA[A despeito de seu tamanho, as minúsculas plantas marinhas conhecidas  como o fitoplâncton são cruciais para boa parte da vida na Terra. São o  alicerce da cadeia alimentar dos oceanos, produzem metade do oxigênio do  mundo e absorvem gás carbônico. E sua população está em queda  acentuada.
Os níveis mundiais de fitoplâncton [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-43259" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/cientistas-detectam-declinio-no-plancton-dos-oceanos-43258.html/attachment/plancton-int"><img class="size-full wp-image-43259" title="Células microscópicas de Rhizosolenia setigera, uma das espécies do fitoplâncton. Karl Bruun/AP" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/plancton-int.jpg" alt="Células microscópicas de Rhizosolenia setigera, uma das espécies do fitoplâncton. Karl Bruun/AP" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Células microscópicas de Rhizosolenia setigera, uma das espécies do fitoplâncton. Karl Bruun/AP</p></div>
<p>A despeito de seu tamanho, as minúsculas plantas marinhas conhecidas  como o fitoplâncton são cruciais para boa parte da vida na Terra. São o  alicerce da cadeia alimentar dos oceanos, produzem metade do oxigênio do  mundo e absorvem gás carbônico. E sua população está em queda  acentuada.</p>
<p>Os níveis mundiais de fitoplâncton caíram 40% desde os anos 50, de  acordo com estudo publicado na edição desta semana da revista científica  <em>Nature</em>. A causa provável é o aquecimento global, que dificulta o acesso do plâncton a nutrientes, dizem os pesquisadores.</p>
<p>Os números são desconcertantes e assustadores, dizem os  pesquisadores canadenses que conduziram o estudo e um especialista dos  Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;É preocupante porque o fitoplâncton é a moeda básica de tudo que  acontece no oceano&#8221;, disse o biólogo Boris Worm, da Universidade  Dalhousie, um coautor do trabalho. &#8220;É como uma recessão&#8230; que estivesse  perdurando por décadas&#8221;.</p>
<p>Meio milhão de pontos de informação, datando de 1899, mostram que  os níveis de fitoplâncton em praticamente todos os oceanos do mundo  começaram a cair nos anos 50. As maiores mudanças ocorreram no Ártico,  no Atlântico sul e equatorial e no Pacífico equatorial. Apenas o Oceano  Índico não mostra declínio. Os autores do estudo afirmam que, a despeito  da redução, é muito cedo para dizer que o fitoplâncton esteja a caminho  de desaparecer.</p>
<p>A principal cientista de mudança climática do serviço geológico do  governo dos EUA, Virginia Burkett, disse que os números do plâncton são  preocupantes e mostram problemas que não podem ser vistos apenas com a  observação de espécies mais populares, como golfinhos ou baleias.</p>
<p>&#8220;Essas espécies diminutas indicam que mudanças de larga escala nos  oceanos estão afetando os produtores primários do planeta&#8221;, disse ela,  que não tomou parte no estudo.</p>
<p>Quando o fitoplâncton diminui, como ocorre no ciclo do El Niño,  pássaros e mamíferos marinhos morrem de fome em grande quantidade, dizem  especialistas.<br />
&#8220;Fitoplâncton, no fim, afeta todos nós em nossas vidas&#8221;, disse o  principal autor do trabalho, Daniel Boyce. &#8220;Muito do oxigênio em nossa  atmosfera hoje foi produzido por fitoplâncton ou precursores de  fitoplâncton nos últimos 2 bilhões de anos&#8221;.</p>
<p>Worm explica que, quando a superfície do mar se aquece, a água  quente no topo não se mistura mais tão facilmente com a água fria  abaixo. Isso faz com que seja mais difícil para o fitoplâncton, que é  leve e frequentemente vive perto da superfície, obtenha nutrientes das  águas mais profundas.</p>
<p>Estudos anteriores sobre plâncton se valeram basicamente de dados  de satélite, que só vão até 1978. Mas Worm e colegas usaram uma  abordagem de baixa tecnologia, discos criados pelo cientista Pietro  Angelo Secchi no século 19. Os discos medem a opacidade dos oceanos.  Quando mais opacas as águas, mais plâncton. Cientistas independentes  disseram que a abordagem é válida.</p>
<p>Estadão</p>
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		<title>Descobertos pares de planetas gigantes ligados entre si</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertos pares de planetas gigantes ligados entre si]]></category>

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		<description><![CDATA[Centenas de planetas extrassolares já foram descobertos nos últimos  15 anos, a maioria deles mundos solitários orbitando suas estrelas em  aparente isolamento. Novas observações, no entanto, mostraram que um  terço dos sistemas contém dois ou mais planetas, mas distantes entre si.  Agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech)  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de planetas extrassolares já foram descobertos nos últimos  15 anos, a maioria deles mundos solitários orbitando suas estrelas em  aparente isolamento. Novas observações, no entanto, mostraram que um  terço dos sistemas contém dois ou mais planetas, mas distantes entre si.  Agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech)  descobriram dois ssitemas com pares de planetas gigantes presos num  abraço orbital.</p>
<p>Em um dos sistemas, o par planetário gira em torno da estrela  moribunda HD 200964, localizada a cerca de 223 anos-luz da Terra, a  dança gravitacional dos planetas é mais apertada que em qualquer outro  par já visto. &#8220;Este par veio num pacote surpresa&#8221;, disse o líder do  estudo, John A. Johnson, em nota.</p>
<p>&#8220;Um sistema planetário com gigantes tão próximos seria destruído  rapidamente se os planetas não estivessem fazendo uma dança nem  sincronizada. É um enigma como os planetas acharam o ritmo&#8221;, acrescenta  Eric Ford, da Universidade da Flórida.</p>
<p>Artigo assinado por Johnson, Ford e colegas sobre a intrigante mecânica orbital dos planetas será publicado no periódico <em>Astronomical Journal</em>.</p>
<p>Todos os quatro exoplanetas recém-descobertos são gigantes gasosos  com mais massa que Júpiter, e como a maioria dos planetas já descobertos  fora do Sistema Solar, foram encontrados medindo-se o deslocamento que  causam na estrela central de seus sistemas.</p>
<p>A distância entre os planetas orbitando HD 200964 pode chegar a  0,35 Unidade Astronômica, comparável à distância que separa a Terra de  Marte.</p>
<p>Os planetas em órbita da segunda estrela estudada, 24 Sextanis, a  244 anos-luz da Terra, estão a 0,75 Unidade Astronômica, ou cerca de 100  milhões de quilômetros. Em comparação, Júpiter e saturno nunca estão a  menos de  500 milhões de quilômetros um do outro.</p>
<p>Por causa de suas grandes massas e pequena distância, cada um dos  planetas exerce uma profunda influência gravitacional em seu parceiro. A  atração entre os planetas de HD 200964, por exemplo, é 700 vezes maior  que o que existe entre a Terra e a Lua.</p>
<p>Os pares se mantém estáveis porque suas órbitas se encontram em  ressonância. Quando planetas entram em ressonância, seus períodos  orbitais se relacionam em uma razão de pequenos números inteiros. Numa  ressonância 2:1, por exemplo, o planeta mais externo do par completa uma  volta em torno da estrela no mesmo tempo em que o interior completa  duas.</p>
<p>Os planetas de 24 Sextanis estão presos numa ressonância 2:1, que é  o padrão mais comum e estável. Já os de HD 200964 estão num padrão 4:3.<br />
Estadão</p>
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		<title>Cientistas: grande asteroide pode atingir a Terra em 2182</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas: grande asteroide pode atingir a Terra em 2182]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas alertaram que um grande asteroide pode atingir a Terra e  estimam que o mais provável é que, se acontecer o impacto, ele ocorra em  24 de setembro de 2182. O asteroide, chamado de 1999 RQ36, tem uma  chance em 1 mil de atingir a Terra antes do ano 2200, mas as chances  dobram na data estimada. Maria Eugenia Sansaturio e colegas da  Universidade de Valladolid, na Espanha, calcularam a data mais provável  de impacto através de modelos matemáticos e publicaram a pesquisa no  jornal especializado <em>Icarus</em>. As informações são do site do jornal britânico <em>Daily Mail</em>.</p>
<div id="attachment_43180" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><a rel="attachment wp-att-43180" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/cientistas-grande-asteroide-pode-atingir-a-terra-em-2182-43179.html/attachment/impacto"><img class="size-large wp-image-43180" title="O impacto pode causar extinção em massa, como o que teria acabado com os dinossauros Foto: Nasa/JPL/Caltech/Divulgação" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/impacto-610x457.jpg" alt="O impacto pode causar extinção em massa, como o que teria acabado com os dinossauros Foto: Nasa/JPL/Caltech/Divulgação" width="610" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">O impacto pode causar extinção em massa, como o que teria acabado com os dinossauros Foto: Nasa/JPL/Caltech/Divulgação</p></div>
<p>Pode parecer muito tempo, mas, de acordo com os pesquisadores, qualquer  tentativa de desviar o 1999 RQ36 tem que acontecer com pelo menos 100  anos de antecedência para ter alguma chance de sucesso.</p>
<p>Descoberto em 1999, o asteroide tem, de acordo com a Nasa &#8211; a agência  espacial americana -, 560 m de diâmetro. Segundo a reportagem, os  cientistas afirmam que, com o seu tamanho, o 1999 RQ36 pode causar uma  grande devastação e até extinção em massa.</p>
<p><strong>Como desviar um asteroide</strong><br />
Segundo a reportagem, os pesquisadores discutem há anos maneiras de  mudar a trajetória de um asteroide. O método mais conhecido seria  detonar uma ogiva nuclear. No último mês, David Dearborn, do Laboratório  Nacional Lawrence Livermore, nos Estados Unidos, defendeu que armas  nucleares podem ser a melhor estratégia para esse tipo de trabalho &#8211;  especialmente em uma combinação de grande asteroide com pouco espaço de  tempo para desviá-lo.</p>
<p>Outra ideia citada pela reportagem é a utilização de uma espaçonave com  espelhos que refletiriam os raios do Sol em direção ao asteroide. Os  gases da superfície poderiam criar um pequeno, mas suficiente, impulso.</p>
<p>Uma terceira opção, certamente a mais barata, seria chocar uma  espaçonave contra o asteroide. A pequena força gravitacional da nave  seria suficiente para mudar o caminho. Contudo, esse plano precisaria de  muito tempo para fazer efeito.</p>
<p><strong>Por que não se tem certeza?</strong><br />
O 1999 RQ36 faz parte de um grupo de asteroides que podem atingir o  nosso planeta devido às suas órbitas. Além disso, a sua trajetória é  muito bem conhecida graças a 290 observações diferentes por telescópios e  13 medições por radar.</p>
<p>Com tudo isso, como os cientistas não conseguem ter certeza de que ele  vai ou não atingir a Terra? O problema é o chamado efeito Yarkovsky.  Descoberto em 2003 pelo engenheiro russo de mesmo nome, o efeito é  produzido quando, em seu caminho, o asteroide absorve energia do Sol e a  devolve ao espaço em forma de calor, o que pode subitamente mudar sua  órbita.</p>
<p>Terra</p>
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		<title>Estudo: sexo pode ajudar no crescimento de células do cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 18:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo: sexo pode ajudar no crescimento de células do cérebro]]></category>

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Um estudo da Universidade Princeton, nos Estados Unidos,  indica que o sexo pode ajudar células do cérebro a crescer e também é  capaz de diminuir a ansiedade. Como pesquisas anteriores indicavam que  eventos estressantes pode reprimir o crescimento de neurônios em  adultos, os cientistas decidiram testar eventos contrários ao estudar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<div id="attachment_43176" class="wp-caption alignleft" style="width: 185px"><a rel="attachment wp-att-43176" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/estudo-sexo-pode-ajudar-no-crescimento-de-celulas-do-cerebro-43175.html/attachment/celulas-do-cerebro"><img class="size-full wp-image-43176" title="Células do cérebro" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/celulas-do-cerebro.jpg" alt="Células do cérebro" width="175" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Células do cérebro</p></div>
<p>Um estudo da Universidade Princeton, nos Estados Unidos,  indica que o sexo pode ajudar células do cérebro a crescer e também é  capaz de diminuir a ansiedade. Como pesquisas anteriores indicavam que  eventos estressantes pode reprimir o crescimento de neurônios em  adultos, os cientistas decidiram testar eventos contrários ao estudar o  efeito do sexo em ratos. As informações são do <em>Live Science</em>.</p>
<p>Os pesquisadores colocaram no mesmo espaço ratos machos adultos e fêmeas  sexualmente receptivas uma vez ao dia durante duas semanas e, com  outros animais, apenas uma vez em duas semanas. Os cientistas mediram no  sangue dos roedores os níveis de um hormônio conhecido como  glucocorticoide, ligado ao estresse e que pode estar relacionado a  efeitos prejudiciais ao cérebro causados por experiências desagradáveis.</p>
<p>Quando comparados com machos virgens, ambos os grupos de ratos  sexualmente ativos apresentaram uma proliferação de células no  hipocampo, área do cérebro ligada à memória e especialmente sensível a  experiências desagradáveis. Os animais que tiveram um maior número de  relações sexuais apresentaram também um crescimento no tamanho dos  neurônios, assim como no número de conexões entre essas células.</p>
<p>Por outro lado, os roedores que viram as fêmeas apenas uma vez em duas  semanas tiveram um aumento no hormônio ligado ao estresse, enquanto que o  outro grupo não apresentou nenhum aumento. Os cientistas dizem que o  grupo que mantinha relações sexuais diárias era mais rápido que os  virgens para consumir alimentos em um ambiente desconhecido &#8211; o que  indica menor ansiedade.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam ainda que, se por um lado os hormônios do  estresse podem fazer mal ao cérebro, esse efeitos podem ser anulados por  uma experiência prazerosa. O estudo foi publicado no jornal  especializado <em>PLoS ONE</em>.</p>
<p>Terra</p>
</div>
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		<title>Cientistas retornam ao Titanic para fazer mapa 3D do naufrágio</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 06:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amenhotep</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas retornam ao Titanic para fazer mapa 3D do naufrágio]]></category>

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Uma equipe de cientistas lançará uma expedição ao Titanic no próximo  mês, para avaliar as condições do mais famoso naufrágio do mundo e  criar um detalhado mapa 3D que &#8220;virtualmente tirará o Titanic do fundo  do mar para o público&#8221;.
A expedição ao local a 4 km de profundidade sob o Oceano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a rel="attachment wp-att-43023" href="http://www.piauinet.com.br/ciencia/cientistas-retornam-ao-titanic-para-fazer-mapa-3d-do-naufragio-43024.html/attachment/titanic-proa-int"><img class="aligncenter size-full wp-image-43023" title="A proa do Titanic, repousando no fundo do Oceano Atlântico. Ralph White/AP" src="http://www.piauinet.com.br/wp-content/uploads/2010/07/titanic-proa-int.jpg" alt="A proa do Titanic, repousando no fundo do Oceano Atlântico. Ralph White/AP" width="600" height="400" /></a><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Uma equipe de cientistas lançará uma expedição ao Titanic no próximo  mês, para avaliar as condições do mais famoso naufrágio do mundo e  criar um detalhado mapa 3D que &#8220;virtualmente tirará o Titanic do fundo  do mar para o público&#8221;.</p>
<p>A expedição ao local a 4 km de profundidade sob o Oceano Atlântico  está sendo apresentada como a mais sofisticada expedição científica ao  Titanic desde a descoberta dos restos do navio, há 25 anos.</p>
<p>A jornada de 20 dias deve partir de St. Johns, na província  canadense de Terra Nova, numa parceria entre a RMS Titanic Inc., empresa  que tem os direitos de resgate do navio, e a Instituição Oceanográfica  Woods Hole, dos EUA.</p>
<p>A expedição não fará coleta de artefatos, mas sondará o campo de  destroços de 3 km por 5 km, onde milhares de objetos permanecem  espalhados.</p>
<p>Alguns dos visitantes mais frequentes do local farão parte da  expedição, ao lado de importantes cientistas submarinos e de  organizações como a Administração Nacional de Atmosfera e Oceano (NOAA)  dos Estados Unidos.</p>
<p>Os organizadores afirmam que os dados e imagens ficarão, no fim, disponíveis para o público.</p>
<p>&#8220;Pela primeira vez, realmente vamos tratar isso como um sítio  arqueológico, com duas coisas em mente&#8221;, disse o cientista David Gallo,  um dos líderes da expedição. &#8220;Uma é preservar o legado do navio, ao  melhorar a história do Titanic em si. A segunda é entender exatamente  qual o estado do navio&#8221;.</p>
<p>O Titanic bateu com um iceberg e afundou em sua viagem inaugural em  águas internacionais, em 15 de abril de 1912, deixando 1.522 mortos.</p>
<p>Desde que o oceanógrafo Robert Ballard e uma equipe internacional  descobriram o Titanic em 1985, a maioria das expedições dedicou-se a  fotografar o naufrágio ou recolher artefatos, como louça, sapatos e  peças do navio.</p>
<p>O cineasta James Cameron, diretor do filme<em> Titanic</em>, também  levou equipes ao local do naufrágio para gravar a proa e a popa, que se  separaram durante o afundamento e hoje estão separadas por 500 metros.</p>
<p>A equipe de oceanógrafos, arqueólogos e outros pesquisadores vai  agora fazer uma avaliação das duas seções do navio, que estão submetidas  a correntes marítimas, água salgada e à pressão do fundo do oceano.</p>
<p>A expedição usará tecnologias de imagem e sonar que nunca tinham  sido aplicados ao Titanic e para sondar quase 100 anos de sedimentos  acumulados, a fim de obter o mais completo inventário possível do  conteúdo do navio. &#8220;Estamos tratando isso como uma cena de crime&#8221;, disse  Gallo.</p>
<p>Estadão</p>
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